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quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Nosso vento
Sei lá, derrepente bateu um vento forte e frio, e me lembrei de você.
Sabe, quando ficava-mos nos balançando em uma rede, você dizia que íamos decolar, e balançava forte, e o vento batia em nossos rostos, fazendo-me sentir seu perfume doce. E quando passava-mos em uma praça qualquer, você parava no parque só pra me balançar, e o vento balançava meus cabelos.
Você gostava de assoprar a água no copo, com um canudo, eu dizia ser nojento, mas você se divertia, aquilo também envolve vento.
E as vezes que você assoprava no meu ouvido, porque sabia qeu eu detestava aquele ar quente.
Engraçado como o vento, só o vento, me lembra você.
Talvez por eu não conseguir dividir a rede com mais ninguém.Talvez por eu não gostar de mais nenhum perfume doce. Quem sabe eu agora acho parques de praças tão infantis, ou até mesmo ache patético alguém assoprar a água com um canudo. Sei lá, mas ninguém me causa arrepios no corpo inteiro com um sopro no ouvido, como você causava.
Nosso vento, de Letícia Pontes
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2 comentários:
Nossa amiga, o texto ficou lindo ! Mas vc tem que dar uma avaliada nos erros aí que tem hora que fica difícil de entender o que você quis dizer. Erros bobos mesmo, quando se digita meio rapido e aperta a tecla errada.
KKKKKKKK, verdade, agora que re-li foi que percebi, obg pelo toque :d
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